Cursos de Comunicação Social - Faculdade Maurício de Nassau

ECOCINE NORONHA PRORROGA INSCRIÇÕES

29 de Junho de 2009, 09:54 | — Mannuela Costa

As inscrições para o ECO CINE NORONHA foram prorrogadas até o dia 25 de julho. Podem ser feitas pelo site: www.ecocinenoronha.com.br
 
O ECO CINE NORONHA  - FESTIVAL  DO CINEMA AMBIENTAL DE FERNANDO DE NORONHA  permite o intercâmbio entre os produtores nacionais e internacionais  de cinema e vídeo ambiental.
 
 O O evento realiza mostras competitivas e não competitivas, oficinas de   capacitação na área audiovisual voltadas para moradores e estudantes da escola estadual Arquipélago Fernando de Noronha, palestras, apresentações culturais e exposições de artes plásticas. 


Para que o Diploma de Jornalismo?

25 de Junho de 2009, 13:18 | — Mannuela Costa

Por que o bacharelado em Jornalismo ainda é imprescindível para a sociedade?

Por Ismar Capistrano C. Filho (Ce1063JP)*

O julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre o Recurso Extraordinário 511961, na quarta, 17 de junho de 2009, mostrou-se completamente equivocado não só em sua sentença, mas nos argumentos tanto dos defensores quanto dos opositores à exigência legal do diploma de bacharelado para o exercício do Jornalismo. O que caracteriza como perícia da atividade jornalística não é tão somente a conduta moral, ética e honesta do relato verídico dos fatos.  Não há curso superior que possa garantir essa qualidade que deve compor a idoneidade humana.  Até os referenciais para tal julgamento são, em determinadas situações, confusos dado que pode haver diversas versões sobre uma realidade.

A missão do jornalismo é, sobretudo, reconstruir essa multiplicidade de significados, dando vozes para os diferentes atores sociais por meio de um constante processo de checagem dos fatos. Todavia, não se pode aceitar que essa dificuldade justifique a produção de notícias baseadas numa supra-realidade que, muitas vezes, atende a exclusos interesses políticos, econômicos e culturais dos grupos controladores dos meios de comunicação. Mas infelizmente, essa situação é fato e, na maioria das vezes, os jornalistas pouco podem fazer contra essa circunstância porque, mesmo sendo um serviço imprescindível para a vida democrática, a produção jornalística está predominantemente submetida à lógica empresarial das indústrias culturais.

Duas éticas se confrontam nas redações: de lado, o interesse público, defendido pelos jornalistas, e de outro o particular dos empresários, comprometidos com a gestão, a sustentabilidade, a audiência e o lucro do negócio. Nesse contexto, restam três saídas para a ética jornalística: as brechas, as fissuras e os embates. As primeiras são as notícias que não estão submetidas aos interesses editoriais das instituições, permitindo uma autonomia de atuação para esses profissionais. Já as fissuras são os espaços não vigiados que possibilitam a subversão da política editorial. No embate, a ética dos jornalistas possui um trunfo: a credibilidade de reconstruir a diversidade equânime do real é, sem dúvida, o maior patrimônio de qualquer instituição jornalística. Publicar notícias que distorcem voluntariamente à realidade em benefício do jogo de interesses pode comprometer o principal capital cultural dessas empresas, mesmo sendo, em muitos casos, sua principal rentabilidade. Assim, o jornalista deve posicionar-se constantemente de maneira crítica nas redações, questionando, resistindo e negociando a reconstrução da realidade apresentada por esses veículos. Sua ética torna-se uma postura de constante confronto. Jornalista conformado e acomodado em veículos comerciais é indício de subserviência à ética empresarial.

Desta maneira, a perícia principal do jornalismo é a seleção dos fatos atuais de relevância pública para a difusão coletiva. Para isso, o profissional precisa de uma profunda formação humanística baseada na compreensão do que seja o público, o convívio social, a diversidade cultural e as relações democráticas. O jornalista atua como fomentador do debate público, essencial para as decisões partilhadas. Além dessa formação ampla, o jornalista necessita também de uma capacitação técnica específica para produzir notícias adequadas às características dos veículos e dos receptores. Deve buscar superar a defasagem entre a transmissão e a recepção, através de iniciativas colaborativas e participativas na produção noticiosa. Por isso, o bacharelado é um curso imprescindível para a formação dos jornalistas dado que é a única graduação que permite um conhecimento, ao mesmo tempo, amplo e focado sobre um campo.

Lamentavelmente, nada disso foi discutido no Supremo. Os votos e argumentos da defesa e acusação, em nada, abordaram a missão pública do jornalismo, suas dificuldades, sua ética, sua perícia e sua técnica. Limitaram-se a discussões sobre a livre iniciativa de mercado para o exercício das profissões, a liberdade de expressão como um direito de foro íntimo (e não público) e à moralidade particular do testemunho da realidade. A regulamentação do jornalismo passa agora mais do que nunca para o âmbito das lutas sociais pela democratização da comunicação.

* Professor universitário dos cursos de Jornalismo da UFC, Fa7 e Fanor. Jornalista e assessor de comunicação.


84% dos jornalistas são contra fim da obrigatoriedade do diploma, aponta pesquisa

25 de Junho de 2009, 13:09 | — Mannuela Costa

Fonte: Comunique-se

Os jornalistas são contra o fim da obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão. Uma pesquisa feita pela Escola de Comunicação do Comunique-se mostra que 84% dos profissionais formados em Jornalismo discordam da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de acabar com a
obrigatoriedade, como ilustra o gráfico ao lado.

Foram colhidas em âmbito nacional as opiniões de 682 pessoas da área de comunicação - estudantes e profissionais não-diplomados, inclusive. Considerando todos os respondentes, o percentual dos que são contrários à decisão do STF é similar: 78%. O estudo seguiu os procedimentos de metodologia científica.

A pesquisa abordou, ainda, o impacto que as pessoas acreditam que a decisão terá em suas vidas profissionais e no papel das faculdades de Jornalismo.

 


A FMN oferece mais uma atividade complementar on-line. Atenção aos prazos.

9 de Junho de 2009, 20:54 | — Mannuela Costa

Atenção Formandos! Última oportunidade para inscrição nos cursos on-line de atividade complementar.

 Cursos Virtuais para Concluintes - Segunda Turma: de 16 de junho a 3 de julho de 2009

Inscrições presenciais no EAD - até 12 de junho e pagamento posterior nos caixas
Contato: ed@rec.mauriciodenassau.edu.br ou ramais: 4832/4950

Valor: R$30,00 cada curso

Cursos: Conhecimentos Gerais e Empreendedorismo

Carga Horária: AC - 40h, cada curso

OBS: Para pendências, vale a carga horária do módulo a ser cursado

 Entre em contato com a equipe de EAD da Faculdade.


Oportunidade para recém formados.

5 de Junho de 2009, 18:00 | — Mannuela Costa


Estágio em Assessoria de Imprensa

5 de Junho de 2009, 17:22 | — Mannuela Costa

Alunos de JORNALISMO, a partir do 4º período, com interesse nesta área podem enviar currículos para adriana@press-br.com.br.

BOA SORTE!


Encontro promovido pela FUNDAJ/CANNE homenageia Dia do Audiovisual (06 de junho)

5 de Junho de 2009, 17:20 | — Mannuela Costa

CANNE (Centro Audiovisual Norte-Nordeste), ligado a Fundação Joaquim Nabuco) homenageia Dia do Audiovisual com encontro de diretores de fotografia

Experientes diretores de fotografia do cinema brasileiro estarão juntos dia 9 no Recife, debatendo tema “Do grão ao pixel”. Em pauta, as novas perspectivas da cinematografia contemporânea, envolvendo desde a produção e a escolha dos equipamentos até a interação entre linguagens, gêneros e mídias. A entrada é franca e o debate será ilustrado com a apresentação de novas câmeras HD.

Em Pernambuco, 6 de junho é o Dia do Audiovisual.

Serviço

Debate: “Novos Horizontes do Cinema Nacional” com Carlos Ebert, Lúcio Kodato e Flávio Ferreira.

Quando: Terça-feira, 9 de junho de 2009, das 15 às 18h

Onde: Cinema da Fundação

Endereço: Rua Henrique Dias, 609, Derby- Recife-PE

Informações: Tel.: 81 | 3073.6718

E-mail: canne@fundaj.gov.b


Festival de Filme Etnográfico do Recife

30 de Maio de 2009, 10:00 | — Mannuela Costa

Para quem gosta de cinema, temas sociais e antropologia, o Festival é a pedida. Fica a dica regisrada.

(Fonte: ABD - Associação Brasileira de Documentaristas Seção PE)

O I Festival do Filme Etnográfico do Recife, que acontecerá entre os dias 1º e 4 de junho, terá sessões nos auditórios do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) e do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA). Essas sessões fazem parte da mostra não-competitiva do Festival. A mostra competitiva acontece no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e os ingressos custam R$ 3,00.

Haverá, ainda, uma oficina de utilização de câmara nos espaços do Laboratório de Estudos sobre Espaços e Cultura do CAC, na manhã do dia 2, e um minicurso de Antropologia Visual no auditório do Programa de Pós-Graduação em Antropologia, na manhã do dia 3. Para fechar o evento, haverá, na manhã do dia 4, um fórum de debate sobre Filme Etnográfico, que contará com a presença dos membros da comissão julgadora do Festival. Entre os avaliadores, acadêmicos das áreas de Antropologia Visual, Ciências Sociais e Cinema, por instituições como Université de Paris X - Nanterre; Granada Center for Visual Anthropology, Universidade de Manchester e Universidade Federal de Minas Gerais O Festival também conta com o apoio do Centro de Antropologia Visual da Goldsmiths Universidade de Londres, da Associação Brasileira de Antropologia e da Fundação Joaquim Nabuco.
Programação geral

1º de junho

Abertura do Festival - 19h
Cinema da Fundação
Homenagem ao Cineasta Simião Martiniano

Mesa de abertura
Bartira Ferraz - Proext UFPE
Antonio Motta - PPGA-UFPE
Paulo Cunha - PPGCOM - UFPE
Rubia Campelo Farias - Fundaj

Homenagem a Martinho Simeão
Clara Angélica - NAVI - UFPE
Renato Athias - LAV - UFPE

Dia 2 de Junho

Oficina de Utilização da Câmara
Captação em Vídeo para Documentários
Coordenação: Camilo Soares
9h às 12h
Laboratório - CAC
Inscricões: (81) 2126-8286 ou
www.filmedorecife.com.br

Mostra
Comunidades Tradicionais e Identidades
Coordenacão: Glauco Machado
9h às 12h
Auditório do CCSA

Mostra
Narrativas, Vida e Cotidiano
Coordenacão: Luiz Larceda
9h às 12h e 13h30 às 16h30
Auditório do CE

Mostra
“Outros Olhares”
Coordenação: Clara Angélica
13h30 às 16h30
Auditório do CCSA

Mostra Jean Rouch
Coordenacão: Raquel do Monte
Debatedor: Marcius Freire
14h às 16h30
Auditório da Aliança Francesa

Mostra Competitiva
Cinema da Fundaj - Derby
17h às 22h

Dia 3 de junho
Minicurso Antropologia Visual
Coordenação: Renato Athias e Glauco Machado
9h às 12h
Auditório de Antropologia
Inscricões: (81) 21268286 ou
www.filmedorecife.com.br
Mostra
Imagens e Sons na Cidade
Coordenacão: Geórgia Quintas
9h às 12h
Auditório do CCSA

Mostra “Vídeos nas Aldeias”
Coodernação: Jane Pinheiro
9h às 12h
Auditório do CFCH

Mostra
“Outros Olhares”
Coordenação: Clara Angélica
13h30 às 16h30
Auditório do CCSA

Mostra
Ritual, Religião e Práticas Tradicionais
Coordenação: Jane Pinheiro
13h30 às 16h30
Auditório do CFCH

Mostra Jean Rouch
Coordenacão: Raquel do Monte
Debatedor: Ruben Caixeta
14h às 16h30
Auditório da Aliança Francesa

Mostra Competitiva
17h às 22h
Cinema da Fundaj

Dia 4 de Junho

Fórum de Debates sobre o Filme Etnográfico
Participantes:
Catarina Alves Costa - Universidade Nova de Lisboa
Marcius Freire - Universidade de Campinas
Ruben Caixeta - Universidade Federal de Minas Gerais
Debatedor: Kleber Mendonça - Fundação Joaquim Nabuco
Coordenador: Renato Athias - Universidade Federal de Pernambuco
Auditório do CFCH - 9h às 13h

Mostra Competitiva
Cinema da Fundaj
17h às 21h30
Encerramento e Entrega dos Prêmios: às 21h30

Mais Informações
http:/www.filmedorecife.com.br
(81) 2126.8286
(81) 8790.7004


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